Milho opera pregão noturno em queda leve na CBOT

Às 08 h 11 (horário de Brasília) nesta quarta-feira (04), o milho na Bolsa de Chicago caía 1,25 ponto e 0,33% no contrato de maio, negociado a US$ cents 380.00/bushel. O julho também perdia 1,50 ponto e 0,39%, a US$ cents 382.25/bushel.

No fechamento de terça-feira (03), o cereal registrou alta de 5,75 pontos e 0,1,53% no contrato de maio, negociado a US$ cents 381.25/bushel. O julho subiu 5,25 pontos e 1,39% a US$ cents 383.75/bushel.

Em movimento de realização de lucros, o milho registra queda após a forte alta no fechamento da véspera. Além disso, os investidores esperam novas sinalizações de compras de produtos agrícolas norte-americanos pela China a fim de cumprir o acordo comercial “fase 1” entre as potências.

Também volta a rondar o mercado os temores com a COVID-19 e a retração da economia global que vem sendo apontada pelos principais órgãos monetários internacionais. Em resposta, o Federal Reserve (FED), em uma medida emergencial, cortou as taxas de juros dos EUA em 0,50 ponto percentual para meta de 1% a 1,25%.

A Argentina se mantém no radar dos investidores após confirmar a aplicação da política de “retenciones” às exportações de soja a fim de gerar mais receita ao país. Os registros semanais devem ser abertos nesta quarta-feira depois de decisão do governo e setor produtivo na véspera.

Os investidores esperam o novo relatório de registros semanais de exportação que será divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) nesta quinta-feira (05).