Às 08 h 16 (horário de Brasília) nesta sexta-feira (06), o milho na Bolsa de Chicago caía 2,50 pontos e 0,65% no contrato de maio, negociado a US$ cents 379.25/bushel. O julho recuava 2,25 pontos e 0,59%, a US$ cents 381.25/bushel.
No fechamento de quinta-feira (05), o cereal registrou queda de 3,25 pontos e 0,84% no contrato de maio, negociado a US$ cents 381.75/bushel. Julho caiu 2,50 pontos e 0,65%, a US$ cents 383.75/bushel.
Mantendo o movimento de queda da véspera, a commodity segue pressionada pelas preocupações com o coronavírus no mundo e a falta de sinalizações da demanda chinesa, apesar da informação de que a China irá conceder isenções tarifárias a alguns trituradores para a importação de soja dos EUA.
Os dois países fecharam a “fase 1” do acordo comercial com promessas de grandes volumes de produtos agrícolas estadunidenses. O mercado também repercute a alta nos estoques de etanol que registraram um recorde de 24.694 milhões de barris, segundo a Administração de Informação sobre Energia dos Estados Unidos (EIA, sigla em inglês).
Por outro lado, o registro semanal de exportação de milho da safra 2019/20 do país totalizou 769 mil toneladas referente à semana até 27 de fevereiro. O número ficou acima da média semanal, mas teve queda de 11,10% ante a semana anterior, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês).