Às 14 h 49 (horário de Brasília), desta quarta-feira (11), o contrato de dezembro do milho recuava 5,50 pontos e 1,30% na Bolsa de Chicago (CBOT), negociado a US$ cents 417.50/bushel. O março caía 4,75 pontos e 1,10%, a US$ cents 426.25/bushel.
Os preços passaram para o lado negativo nesta sessão com influência das perdas no trigo mole e oscilações na soja. Além da movimentação técnica de realização nos lucros após salto de mais de 3% na véspera e ganhos no início do dia.
Já em aspecto positivo, o mercado acompanha a demanda global aquecida pelo cereal dos Estados Unidos e condições climáticas desfavoráveis à colheita em áreas do Meio-Oeste do país.
Ontem (10), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, em inglês) reportou a venda de 130 mil toneladas de milho para a Coreia do Sul do ano comercial 2020/21.
Os cortes na produção e nos estoques de milho 2020/21 dos Estados Unidos e do mundo também seguem repercutindo nesta tarde. O Departamento atualizou seus dados mensais de oferta e demanda na véspera e a safra atual norte-americana foi estimada em 368,49 milhões de toneladas em novembro, bem abaixo do esperado pelos especialistas.