Às 13 h 35 (horário de Brasília), desta segunda-feira (21), o contrato de dezembro do milho registrava perdas de 9,00 pontos e 2,38% na Bolsa de Chicago (CBOT), negociado a US$ cents 369.25/bushel. O março caía 8,75 pontos e 2,26%, a US$ cents 378.75/bushel.
O mercado acompanha a movimentação técnica de realização nos lucros depois das valorizações na última semana, além da queda de 20 pontos no trigo mole e 17 pontos na soja, também na CBOT.
Além disso, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) informou hoje que os embarques do cereal 2020/21 no país atingiram 755 mil toneladas até o dia 17 de setembro, uma queda de 19,59% sobre as 939 mil t na semana anterior e de cerca de 30% sobre a média semanal de 1,14 milhão de t da safra.
Também há influência do financeiro mais pessimista neste início de semana em função do crescimento de casos de coronavírus na Europa e queda de 5% no spot do petróleo WTI, negociado na Bolsa de Nova Iorque.
Por outro lado, os traders também permanecem de olho no desenvolvimento da soja e do milho que pode ser prejudicado pelo tempo seco na maior parte do Meio-Oeste dos EUA, conforme previsão do Centro de Previsão Meteorológica (WPC) da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês. Apesar da possibilidade de chuvas fracas no Sul da região produtora.
A colheita do cereal nos EUA também segue no radar e será atualizada hoje pelo USDA.