Às 12 h 11 (horário de Brasília) desta quarta-feira (29), o milho na Bolsa de Chicago se desvalorizava 3,25 pontos e 1,02%, a US$ cents 316.75/bushel no contrato de setembro. O dezembro perdia 2,50 pontos e 0,75%, a US$ cents 327.50/bushel.
O milho sai do campo misto e opera em queda nesta sessão, com pressão da melhor condição das lavouras norte-americanas, como já noticiado pela DATAGRO. Segundo as informações do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), as lavouras boas/excelentes do cereal foram de 69% para 72%.
Em complemento, as previsões apontam que o clima seguirá favorável para áreas produtores norte-americanas nos próximos dias, além de temperaturas dentro da normalidade climatológica.
Ontem (28), o Instituto Americano do Petróleo (API, sigla em inglês) apontou queda nos estoques dos EUA. Apesar disso, o petróleo caiu fortemente, tendo impacto no milho por conta da competitividade do etanol, mas a commodity avança nesta sessão.
Os avanços da pandemia do coronavírus nos EUA continuam repercutindo no mercado futuro, principalmente no setor da energia devido aos temores na demanda. A Califórnia e a Flórida ultrapassaram Nova Iorque e Nova Jersey no número de casos. Nas últimas 24 horas, os estados do Texas, Tennessee, Georgia e Mississipi também registraram crescimento próximo de 2,5%.
Apesar do cenário crítico, as informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) analisadas pela DATAGRO, até o dia 28 de julho, mostram que a taxa de mortalidade global mantém o movimento de queda, recuou de 3,95% para 3,92%.
Para amanhã (30), é esperado o novo relatório de registros de exportação que será divulgado pelo USDA.