Às 08 h 34 (horário de Brasília) desta terça-feira (21), o milho na Bolsa de Chicago caía 3,50 pontos e 1,07%, a US$ cents 324.75/bushel no contrato de setembro e ganhava 3,25 pontos e 0,97% no dezembro, a US$ cents 332.50/bushel.
No fechamento de segunda-feira (20), o cereal registrou perdas de 4,75 pontos e 1,43% no contrato de setembro, a US$ cents 328.25/bushel. O dezembro perdeu 4,00 pontos e 1,18%, a US$ cents 335.75/bushel.
Os futuros do milho continuam pressionados repercutindo a previsão de chuvas nos próximos dias para áreas produtoras norte-americanas. Além disso, o último relatório de estágios e condições das lavouras do país do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) trouxe que as plantações boas/excelentes seguiram em 69% até dia 19 de julho.
Áreas em situação regular atingiam 23% e ruim/muito ruim representavam 8%. Além disso, o mercado também segue pressionado pelo fraco relatório de embarques, também divulgado na véspera, com 1,15 milhão de toneladas até o dia 16 de julho, apontou o USDA, 21% menor do que a média semanal de 1,46 milhão de t para totalizar a safra atual.
Os temores com uma possível nova onda de infecções nos EUA também pesam nas negociações com as recentes notícias sobre alta expressiva de casos na Flórida. Os estados do Texas e da Califórnia continuam sendo monitorados. A cidade de Chicago, em Illinois, proibiu novamente bares e outros estabelecimentos de abrir.