Às 08 h 26 (horário de Brasília) desta segunda-feira (13), o milho na Bolsa de Chicago caía 7,00 pontos e 2,08%, a US$ cents 330.25/bushel no contrato de setembro e recuava 7,75 pontos e 2,25% no dezembro, a US$ cents 337.00/bushel.
No fechamento de sexta-feira (10), o cereal perdeu 11,50 pontos e 3,30% no contrato de setembro, a US$ cents 337.25/bushel. O dezembro caiu 12,25 pontos e 3,43%, a US$ cents 344.75/bushel.
O milho nesta sessão continuava o movimento de queda ainda repercutindo as melhoras climáticas nas regiões agrícolas dos Estados Unidos. A situação das lavouras será confirmada no relatório de estágios e condições das lavouras que será divulgado após fechamento do mercado.
Entretanto, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) na semana anterior divulgou o relatório de oferta e demanda com um recuo acima do esperado na produção e nos estoques de milho dos EUA da safra 2020/21. Além de cortes nos estoques globais das duas safras.
Em complemento, os estoques finais da safra 2019/20 foram atualizados para 57,10 milhões de t, 1% menor do que o esperado de 57,70 milhões de t.
Além disso, os avanços do novo coronavírus nos EUA continuam sendo um dos fatores de pressão da comodity devido aos temores de queda na demanda por energia e a possibilidade das reaberturas estaduais serem minadas pelo aumento no número de casos e hospitalizações.
Para hoje, é esperado o novo relatório de embarques semanais pelo USDA.