Às 08 h 42 (horário de Brasília) desta segunda-feira (29), o milho na Bolsa de Chicago subia 3,75 pontos e 1,18% no julho, negociado a US$ cents 320.75/bushel. O setembro avançava 3,25 pontos e 1,02%, a US$ 322.50/bushel.
No fechamento da última sexta-feira (26), o cereal perdeu 0,25 ponto e 0,08% no contrato de julho, a 317.00/bushel. O setembro caiu 1,25 ponto e 0,39%, a US$ cents 319.25/bushel.
Os preços do milho nesta manhã estão valorizados com suporte por recompras nas posições após as quedas da semana anterior acompanhando temores de uma segunda onda de coronavírus e informações de clima favorável para as lavouras do cereal.
Os investidores também consideram a estabilização dos preços do petróleo que teve seus impactos reduzidos pela crescente demanda por energia no mundo devido aos processos de reabertura.
Também há expectativa do mercado nos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) neste início de semana. Nesta segunda-feira, são esperados os dados de embarques e estágios e condições das lavouras.
Além disso, é esperado para amanhã o relatório de estoques trimestrais e área plantada na safra 2020/21 dos EUA. A expectativa do mercado para o estoque de milho é de 126 milhões de t ante relatório de março de 2020 com estoques até 1 de junho de 2019 em 132,14 milhões de t.
A área da oleaginosa na safra 2020/21 tem perspectiva de 38,50 milhões de hectares ante intenção de plantio em março de 39,25 milhões de ha.