Às 08 h 06 (horário de Brasília) desta quarta-feira (01), o milho na Bolsa de Chicago subia 4,00 pontos e 1,17%, a US$ cents 345.50/bushel no contrato de setembro. O dezembro tinha valorização de 4,25 pontos e 1,21%, a US$ cents 354.75/bushel.
No fechamento de terça-feira (30), o cereal subiu 12,25 pontos e 3,75% no contrato de julho, a US$ cents 338.50/bushel. O setembro avançou 12,75 pontos e 3,88%, a US$ cents 341.50/bushel.
Os futuros do milho repercutem o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), divulgado na véspera, com área plantada do cereal na safra 2020/21 em 37,23 milhões de hectares, abaixo dos 38,50 milhões de ha esperados e da intenção de plantio em março de 39,25 milhões de ha.
Por outro lado, o estoque em 1º de junho veio acima da expectativa, com 132,69 milhões de toneladas sobre expectativa do mercado de 126 milhões de t e relatório com estoques até 1 de junho de 2019 em 132,14 milhões de t.
Os investidores também avaliam negativamente os avanços do novo coronavírus, enquanto as economias em reabertura. De acordo com as informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) analisadas pela DATAGRO, até o dia 30 de junho, o total de casos mundiais chegou a 10.577.756 com 513.186 óbitos.
As taxas de avanço diárias seguiram em 2% nos casos e 1% nos óbitos. A taxa de mortalidade global foi de 4,88% para 4,85% ontem. O mercado também acompanha atentamente os recentes aumentos de casos e hospitalizações pós-flexibilização por coronavírus em país como Estados Unidos, China, Austrália, Coreia do Sul e Itália.
A estabilidade nos preços do petróleo também é considerada importante para as negociações do milho devido à competitividade com o etanol e a demanda por energia. Até esta manhã, os futuros do WTI estavam em aproximadamente US$ 40/barril.