Às 11 h 59 (horário de Brasília) desta sexta-feira (09), o milho na Bolsa de Chicago subia 2,50 pontos e 0,65%, a US$ cents 389.50/bushel no contrato de dezembro. O março avançava 2,50 pontos e 0,63%, a US$ cents 397.25/bushel.
Os futuros do milho operam em alta neste pregão diurno, assim como a soja, à espera do novo relatório de oferta e demanda da safra norte-americana e mundial. Há expectativa sobre uma produção menor na safra 2020/21 dos EUA e estoques mais baixos.
O clima seco que assola as lavouras brasileiras segue sendo monitorado pelos investidores, principalmente devido ao atraso do plantio de soja. Em complemento, o mercado também avalia as condições climáticas para as lavouras argentinas e seus impactos na safra de grãos.
O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês) reportou nesta semana vendas significativas para o país asiático, como já reportado pela DATAGRO. Porém, o secretário de Agricultura do país, Sonny Perdue, disse na semana passada que tinha dúvidas sobre o cumprimento das metas de compras agrícolas pela China.