Às 08 h 18 (horário de Brasília) desta segunda-feira (19), o milho na Bolsa de Chicago subia 3,75 pontos e 0,93%, negociado a US$ cents 405.75/bushel, no contrato de dezembro. O vencimento março avançava 3,25 pontos e 0,80%, a US$ cents 410.25/bushel.
No fechamento de sexta-feira (16), o cereal perdeu 1,75 ponto e 0,43% no contrato de dezembro, a US$ cents 402.00/bushel. O março caiu 1,00 ponto e 0,25%, a US$ cents 407.00/bushel.
Os futuros do milho operam em alta recebendo suporte das expectativas dos investidores em relação à demanda chinesa pelos produtos agrícolas dos Estados Unidos, seguindo o cumprimento do que foi decidido no acordo comercial “fase 1” no início do ano.
Apesar disso, a colheita acelerada dos EUA, como apontado pelos últimos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) apurados pela DATAGRO, contribuem para a limitação da alta do mercado neste início de semana.
No radar dos investidores também está a decisão do Brasil de suspender as tarifas sobre as importações de milho e soja de países fora do Mercosul até o início de 2021 a fim de ajudar na redução dos preços dos alimentos que estão pressionando a inflamação, afirmou o Ministério da Economia.
Pata hoje, os investidores esperam os novos relatórios de exportação e estágios e condições das lavouras norte-americanas do USDA.