Milho registra alta moderada no pregão diurno da CBOT

Às 11 h 51 (horário de Brasília) desta terça-feira (15), o milho na Bolsa de Chicago perdia 3,25 pontos e 0,88%, cotado a US$ cents 336.25/bushel no contrato de dezembro. O março recuava 3,25 pontos e 0,86%, a US$ cents 375.75/bushel.

Os futuros do milho mantêm movimento de queda nesta sessão diurna ainda realizando lucros. Entretanto, mais cedo, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) informou a venda de 120 mil toneladas de milho para destinos desconhecidos no ano comercial 2020/21, dando sequência ao cenário de demanda firme.

Ainda há a repercussão da piora menor que o esperado para as lavouras do cereal dos EUA. De acordo com as informações do Departamento de Agricultura do país (USDA, sigla em inglês) na véspera, as de condições boas/excelentes caíram para 60% até dia 13 de setembro, sobre 61% da semana anterior.

Já as áreas com condição regular atingiam 25% e ruim/muito ruim representavam 15%.  Em complemento, a colheita do cereal milho da safra 2020/21 teve início nos EUA, com 5% da área prevista até o dia 13 de setembro. Os trabalhos estão mais adiantados que no mesmo período de 2019 (3%), mas igualam a média histórica de 5% para o período.

Sobre o setor enérgico, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) reduziu a previsão da demanda global pela commodity em 2020 em 40 mil barris por dia (bpd), para a média de 90,2 milhões de bpd em seu novo relatório. Os negociadores irão avaliar os impactos disso na demanda pelo milho para fins de produção de etanol nos EUA.

No próximo mês, o mercado irá se voltar, também, para o progresso do plantio das safras da América do Sul.