Às 08 h 48 (horário de Brasília) desta terça-feira (30), o milho na Bolsa de Chicago subia 2,50 pontos e 0,77%, cotado a US$ cents 328.75/bushel no contrato de julho, e avançava 2,75 ponto e 0,84% no agosto, a US$ cents 328.75/bushel.
No fechamento de segunda-feira (29), o cereal subiu 9,25 pontos e 2,92% no contrato de julho, a US$ cents 326.25/bushel. O setembro avançou 9,50 pontos e 2,98%, a US$ cents 328.75/bushel.
O crescimento na demanda por energia e a maior competitividade do etanol ante os combustíveis fósseis é o principal fator de sustentação dos futuros do cereal nesta sessão acompanhando a retomada das atividades econômicas pelo mundo e financeiro mais positivo.
Apesar disso, o os avanços do novo coronavírus nos EUA no mundo e o clima favorável no cinturão agrícola norte-americano pesam sobre os futuros do cereal. Ainda há a espera de novas compras chinesas de produtos agrícolas do país, conforme o acordo comercial firmado no início de 2020.
Ontem (29), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) apontou que os embarques do cereal nos Estados Unidos atingiram 1,23 milhão de toneladas até a semana do dia 25 de junho, uma queda de 5% a semana passada, mas dentro da expectativa do mercado.
O resultado também ficou 7% abaixo da média semanal de 1,32 milhão de t necessária para totalizar a safra. Além disso, as lavouras do cereal consideradas boas/excelentes representavam 73% até o dia 28 de junho ante 72% na semana anterior, as regulares atingiam 24% e ruim/muito ruim representavam 5%.
O mercado espera para esta terça-feira o relatório da safra 2020/21 e estoques trimestres, com expectativa de retração na área plantada nos EUA.