Às 08 h 36 (horário de Brasília) desta quinta-feira (02), o milho na Bolsa de Chicago subia 2,25 pontos e 0,64%, a US$ cents 352.75/bushel, no contrato de setembro e se valorizava 2,25 pontos e 0,62% no dezembro, a US$ cents 362.75/bushel.
No fechamento de quarta-feira (01), o cereal subiu 9,00 pontos e 2,64% no contrato de setembro, a US$ cents 350.50/bushel. O dezembro avançou 10,00 pontos e 2,85%, a US$ cents 360.50/bushel.
Os contratos do cereal são sustentados nesta manhã, seguindo o impulso da véspera, acompanhando o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) referente à área da safra 2020/21 no país que ficou em 37,23 milhões de hectares, abaixo dos 38,50 milhões de ha esperados e intenção de plantio em março de 39,25 milhões de ha.
Outro fator importante para os futuros do milho é a retomada gradativa das atividades econômicas globais e a maior demanda por energia, favorecendo os preços do petróleo e, como consequência, melhorando a competitividade com o etanol de milho. Nesta manhã, os futuros do WTI operavam pouco acima dos US$ 40.00/barril.
Os negociadores seguem acompanhando os avanços do novo coronavírus diariamente. De acordo com os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) analisados pela DATAGRO, até o dia 01 de julho, foram registrados 10.795.100 casos no mundo e 518.058 óbitos. A taxa de mortalidade foi de 4,84% para 4,80%.
Por outro lado, a ausência de sinalizações chinesas a respeito das compras de produtos agrícolas norte-americanos continuam sendo um ponto de atenção para o mercado. Vale lembrar que as potências assinaram um acordo comercial no mês de janeiro deste ano.
Hoje, o USDA divulgará seu novo boletim sobre os dados dos registros semanais de exportação dos EUA.