Às 08 h 28 (horário de Brasília) desta sexta-feira (10), o milho na Bolsa de Chicago subia 2,00 pontos e 0,57%, a US$ cents 350.75/bushel no contrato de setembro e se valorizava 1,75 ponto e 0,49% no dezembro, a US$ cents 358.75/bushel.
No fechamento de quinta-feira (09), o cereal subiu 2,50 pontos e 0,72% no contrato de setembro, a US$ cents 348.75/bushel. O dezembro avançou 2,75 pontos e 0,78%, a US$ cents 357.00/bushel.
O milho continua valorizado nesta sessão repercutindo o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) que apontou que 599 mil toneladas foram registradas na semana finalizada no dia 02 de julho, uma alta de 66% sobre as 361 mil t na semana anterior e de 120% ante a média semanal de 272 mil t necessária para totalizar a temporada.
Da safra 2020/21, os registros totalizaram 409 mil t, um avanço de 55% sobre as 263 mil t na semana anterior, apesar de queda de 58% sobre a média semanal de 968 mil t. O mercado espera para ainda hoje a divulgação pelo USDA do seu relatório atualizado da oferta e demanda.
Por outro lado, o mercado do cereal acompanha as quedas do petróleo por temores de nova perda de competitividade do etanol norte-americano.