Milho registra forte avanço no pregão noturno da CBOT

Às 08 h 30 (horário de Brasília) desta sexta-feira (17), o milho na Bolsa de Chicago subia 3,00 pontos e 0,91%, a US$ cents 333.25/bushel no contrato de setembro e ganhava 2,50 pontos e 0,74% no dezembro, a US$ cents 340.00/bushel.

No fechamento de quinta-feira (16), o cereal registrou ganhos de 4,00 pontos e 1,23% no contrato de setembro, a US$ cents 330.25/bushel. O dezembro subiu 3,50 pontos e 1,05%, a US$ cents 337.50/bushel.

Os negociadores no mercado do milho continuam repercutindo as vendas expressivas para a China na semana, que bateu recorde de 1,76 milhão de toneladas na terça-feira (14), como informou o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).

Além disso, na véspera, o USDA divulgou seu relatório de registro semanal de exportação até dia 09 de julho com 981 mil toneladas do cereal na safra 2019/20, uma alta de 64% sobre as 599 mil t na semana anterior. Além de ter ficado 330% acima da média semanal de 228 mil t para totalizar a temporada.

Na temporada 2020/21, foram registradas 655 mil t, 60% acima das 409 mil t na semana anterior, mas 31% abaixo da média semanal de 947 mil t.

Apesar da sinalização para o mercado em relação ao cumprimento do acordo comercial entre China e Estados Unidos, firmado em janeiro de 2020, os investidores seguem atentos ao campo político envolvendo Hong Kong e os embates entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping.

Os avanços do coronavírus em território norte-americano também continuam sendo avaliados diariamente, com investidores temerosos em relação à recuperação econômica. Califórnia, Texas, Flórida, Oklahoma e Kansas, na véspera, foram apontados como os estados em situação mais delicada com alto número de novas infecções e hospitalizações.