Milho registra forte avanço no pregão noturno da CBOT

Às 08 h 50 (horário de Brasília) desta quinta-feira (16), o milho na Bolsa de Chicago subia 3,00 pontos e 0,92%, a US$ cents 329.25/bushel no contrato de setembro e ganhava 3,00 pontos e 0,90% no dezembro, a US$ cents 337.00/bushel.

No fechamento de quarta-feira (15), o cereal registrou ganhos de 0,25 ponto e 0,08% no contrato de setembro, a US$ cents 326.25bushel. O dezembro subiu 0,25 ponto e 0,07%, a US$ cents 334.00/bushel.

O cereal se mantém em campo positivo nesta sessão, após fortes baixas registradas em parte desta semana, em movimentação técnica de ajuste nas posições e repercutindo as amplas compras chinesas no mercado norte-americano.

De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), ontem (15) foram registradas 132 mil toneladas de milho compradas pela China referente à safra 2020/21. Na terça (14), houve registro recorde de 1,76 milhões de toneladas da mesma temporada.

Os resultados positivos nos testes de farmacêuticas que estão desenvolvendo a vacina contra o novo coronavírus também reacende as esperanças dos investidores em uma retomada econômica mais rápida, apesar do crescimento de casos nos EUA em pelo menos 35 estados dos 50 que compõe o país.

Por outro lado, p mercado do milho também acompanha as cotações do petróleo que recua nesta sessão. Na véspera, foi anunciado que os estoques norte-americanos tiveram recuo de 7,493 milhões de barris na semana encerrada no dia 10 de julho, segundo as informações do Departamento de Energia (DoE, sigla em inglês).

Isso representa que apesar das preocupações em meio ao novo alastramento do vírus nos EUA, a retomada das atividades econômicas não tem afetado a demanda por energia do país. O mercado do milho acompanha as oscilações do petróleo por conta da competitividade do etanol sobre combustíveis fósseis.

O mercado agora espera o novo relatório de registros semanais de exportação que será divulgado pelo USDA ainda hoje.