Milho registra queda forte neste pregão diurno da CBOT

Às 12 h 16 (horário de Brasília) desta quinta-feira (25), o milho no contrato de julho na Bolsa de Chicago perdia 8,50 pontos e 2,62%, a US$ cents 315.75/bushel. O setembro desvalorizava 8,75 pontos e 2,60%, a US$ cents 318.25/bushel.

Os futuros do milho vêm sendo pressionados nesta manhã ainda sob as preocupações da competitividade do etanol ante combustíveis fósseis. Temores com a segunda onda de contaminações por coronavírus também pesa nas negociações, pois os investidores temem que ela pode minar os processos de reabertura e a demanda por energia.

Os avanços nas contaminações levam os negociadores a olhar diariamente os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), verificados pela DATAGRO até dia 25 de junho, com 9.519.482 casos registrados no mundo e 483.959 óbitos, mantendo avanço diário de 2% e 1%, respectivamente. A taxa de mortalidade foi de 5,12% para 5,08%.

Além disso, segue a pressão diante da previsão de chuvas favoráveis para as regiões produtoras dos EUA, pois acompanha as perspectivas de uma grande safra do cereal no país. O boletim atualizado dos estágios e condições das lavouras será divulgado na próxima segunda-feira (29).

Por outro lado, o novo relatório de registros semanais de exportação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) apontou 462 mil toneladas do cereal até 18 de junho. Um avanço de 29,05% ante a semana anterior (358 mil t) e acima da média de 314 mil t.

A safra 2020/21 registrou 77 mil t ante 115 mil toneladas na semana anterior, com recuo de 33,04%, e média semanal de 5,10 milhões de t.