Milho registra queda forte neste pregão diurno da CBOT

Às 12 h 14 (horário de Brasília) desta sexta-feira (10), o milho na Bolsa de Chicago perdia 3,75 pontos e 1,08%, a US$ cents 345.00/bushel no contrato de setembro e desvalorizava 4,50 pontos e 1,26% no dezembro, a US$ cents 352.50/bushel.

Os futuros do milho continuam em queda nesta sessão com investidores cautelosos em relação aos avanços do novo coronavírus em território norte-americano. Os estados do Texas e da Califórnia registraram avanço nas contaminações de 2% e 3,5%, respectivamente.

A Flórida informou que mais de 20% de suas unidades de terapia intensiva atingiram capacidade máxima. A situação complicada dos Estados Unidos gera um temor nos investidores de reversão nos processos de reabertura econômica e impactos para a demanda.

Todavia, as informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) analisadas pela DATAGRO, até dia 09 de julho, apontam que as taxas de mortalidade do coronavírus em âmbito global, não local, continuam em declínio, indo de 4,53% para 4,50% na véspera. Os níveis de contaminação seguem estáveis.

Por outro lado, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês) reportou hoje a venda de 1,36 milhão de toneladas de milho para a China. Do total, 765 mil t serão enviadas na safra 2019/20 e 600 mil t durante 2020/21.

Na véspera, o relatório de registros semanais até dia 02 de julho do USDA apontou que em relação à safra 2020/21, os registros totalizaram 409 mil t, um avanço de 55% sobre as 263 mil t na semana anterior, apesar de queda de 58% sobre a média semanal de 968 mil t.

O mercado espera para ainda hoje a divulgação pelo USDA do seu relatório atualizado da oferta e demanda.