Milho registra queda leve pregão noturno da CBOT

Às 08 h 40 (horário de Brasília) desta quarta-feira (16), o milho na Bolsa de Chicago perdia 0,75 ponto e 0,20% nos contratos dezembro e março, e eram negociados a US$ cents 365.25/bushel e US$ cents 375.00/bushel, respectivamente.

No fechamento de terça-feira (15), o cereal perdeu 3,50 pontos e 0,95% no contrato de dezembro, a US$ cents 366.00/bushel. O março recuou 3,25 pontos e 0,89%, a US$ cents 373.75/bushel.

Os futuros do milho seguem pressionados nesta sessão ainda repercutindo as informações de que a colheita da safra 2020/21 nos EUA já começou para o cereal e atingiu 5% da área prevista até dia 13 de setembro, informou o Departamento de Agricultura do país (USDA, sigla em inglês).

O USDA também apontou na segunda-feira em seu relatório que as condições boas/excelentes das lavouras norte-americanas caíram 1 ponto percentual apenas, para 60% até dia 13 de setembro, sobre 61% da semana anterior. O mercado esperava uma piora maior diante do cenário climático recente.

Por outro lado, os investidores repercutem os impactos mais claros dos três tufões que atingiram o cinturão de milho da China nas províncias de Heilongjiang, Jilin e Liaoning e na região da Mongólia Interior no final do mês de agosto e início deste mês.

De acordo com as informações do Ministério da Agricultura da China (MARA, sigla em inglês), as perdas na região de Heilongjian podem chegar a 20% e, dessa forma, é esperado maior apetite pelo cereal dos EUA.