Às 08 h 46 (horário de Brasília) desta quarta-feira (02), o milho na Bolsa de Chicago perdia 3,00 pontos e 0,84%, a US$ cents 355.00/bushel, no contrato dezembro. O contrato de março recuava 3,25 pontos e 0,95%, a US$ cents 364.50/bushel.
No fechamento de terça-feira (01), o cereal subiu 0,25 ponto e 0,07% nos contratos de dezembro e março, a US$ 358.00/bushel e US$ 367.75/bushel, respectivamente.
Os futuros do milho registram queda nesta sessão, como a soja, em movimento de realização de lucros após fortes altas nas sessões anteriores acompanhando sinais da demanda e temores com clima no cinturão dos Estados Unidos.
Os negociadores também já se preparam para a rolagem de posições do vencimento setembro.
A Índia é apontada como novo epicentro das contaminações por coronavírus, ultrapassando mais de 3 milhões de casos e mais de 66 mil óbitos até esta manhã, apontam os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) compilados pela DATAGRO.
O país é um dos maiores consumidores de energia e isso poderá pesar nas negociações do setor.
Por outro lado, segue atenção para a previsão climática de baixos volumes de chuva previstos para o Meio-Oeste dos Estados Unidos. Os investidores avaliam se essas chuvas serão suficientes para compensar a seca que a região enfrenta.
É esperado para amanhã (03) o novo relatório de registros semanais de exportação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).