Às 08 h 08 (horário de Brasília) desta quinta-feira (20), o milho na Bolsa de Chicago recuava 2,75 pontos e 0,85%, a US$ cents 322.25/bushel, no contrato setembro. O contrato de dezembro perdia 2,25 pontos e 0,66%, a US$ cents 337.50/bushel.
No fechamento de quarta-feira (19), o cereal caiu 2,00 pontos e 0,61% contrato de setembro, a US$ 325.00/bushel. O dezembro perdeu 2,00 pontos e 0,59%, a US$ 339.75/bushel.
Os futuros do milho continuam sendo pressionados nesta sessão com previsões mais estendidas apontando retorno das chuvas entre final de agosto e início de setembro em áreas produtoras dos Estados Unidos, após semana de tempo mais firme.
Além disso, segue correção sobre exageros das altas registradas nos últimos dias por conta da forte tempestade no Meio-Oeste dos EUA na última semana, mas com principais prejuízos em Iowa, maior estado produtor de milho do país. Levantamentos seguem sendo realizados.
O mercado ainda acompanha o cancelamento das conversas que deveriam acontecer entre China e EUA no último final de semana. Porém, em aspecto comercial, Pequim continua cumprindo sua parte no acordo comercial, apesar de ainda precisar acelerar as aquisições.
A desvalorização do WTI também vem sendo acompanhada pelos investidores do milho devido sua participação no setor energético, pois afeta diretamente a competitividade do etanol. Nesta manhã, a queda é de 1%, negociado pouco acima de US$ 42 /barril.
O mercado espera para hoje o novo relatório de registros semanais de exportação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).