Milho registrava queda moderada no pregão diurno da CBOT

Às 12 h 05 (horário de Brasília) desta segunda-feira (27), o milho na Bolsa de Chicago recuava 2,00 pontos e 0,61%, a US$ cents 324.25/bushel no contrato de setembro. O dezembro perdia 1,50 ponto e 0,45%, a US$ cents 333.50/bushel.

Os futuros do milho registram queda neste pregão diurno acompanhando as previsões de clima favorável para as lavouras norte-americanas, apesar de preocupações isoladas em áreas de Iowa nos últimos dias, segundo destaque da imprensa internacional.

Além disso, os negociadores continuam pesando as relações diplomáticas entre Estados Unidos e China e como o cenário pode afetar o comércio entre os dois países, podendo minar futuras compras e impactar o acordo comercial assinado no início do ano entre os países.

As crescentes contaminações por coronavírus também repercutem no mercado e prejudicam os futuros no milho devido ao seu uso no setor de energia com etanol. Nas últimas 24 horas, os estados de Louisiana, Tennessee e Oklahoma relataram taxas crescimento de mais de 3%. A Flórida diminuiu para cerca 2%. Texas e Califórnia estavam perto de 1%.

As taxas de mortalidade durante o período foram mais altas no Texas e na Carolina do Sul, subindo 1,7% em cada estado. Em todo o país, as mortes aumentaram 0,3%. Apesar disso, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) analisados pela DATAGRO, até dia 26 de julho, a taxa de mortalidade em âmbito global manteve o movimento de queda e ficou abaixo dos 4%, a 3,97% ontem (26).

Para hoje, é esperado o novo relatório de embarques semanais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) e o boletim de estágios e condições das lavouras após fechamento do mercado.