No fechamento desta quinta-feira (25), às 17 h 14 (horário de Brasília), o contrato de maio do milho cotado na Bolsa Brasileira (B3) recuou 0,83 e foi negociado a R$ 93,35/saca (no pregão anterior fechou a R$ 94,14/saca). O julho caiu 0,57% a R$ 88,92/saca (sobre R$ 89,43/saca).
A penúltima sessão da semana foi marcada pelos movimentos técnicos de realização de lucros e temores voltados para a possível redução da demanda interna do cereal com a antecipação de feriados em alguns estados do Brasil na semana que vem para conter a disseminação do coronavírus.
Além disso, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê tempo seco e quente no Centro-Sul do país pelos próximos dias, o que deve favorecer ainda mais a colheita do milho de verão 2020/21.
As desvalorizações de 18,50 pontos no spot da soja, 10,25 pontos no trigo mole e 6,75 pontos no milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) também repercutiram.