Às 12 h 01 (horário de Brasília) desta quinta-feira (09), o milho na Bolsa de Chicago subia 6,25 pontos e 1,81%, a US$ cents 352.75/bushel no contrato de setembro e avançava 5,50 pontos e 1,55% no dezembro, a US$ cents 359.75/bushel.
Os futuros do milho seguem em valorização neste pregão diurno na CBOT com suporte adicional da divulgação dos registros semanais de exportação pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês). Até o dia 02 de julho, foram reportadas 599 mil toneladas do cereal em 2019/20.
O volume representa alta de 65,93% ante a semana anterior (361 mil t) e também ficou acima da média de 272 mil t para atingir as estimativas para a safra. Da safra 2020/21, foram registradas 409 mil t ante 263 mil toneladas na semana anterior, com avanço de 55,51%, e média semanal de 968 mil t.
Além disso, o mercado ainda sente os reflexos da disparada do trigo na véspera e nesta quinta-feira acompanhando temores com a oferta global.
Por outro lado, o mercado a companha a competitividade do etanol norte-americano frente aos combustíveis fósseis diante de queda expressiva do petróleo nos EUA. Além disso, as previsões climáticas para a safra norte-americana apresentaram melhora.
Desde o início da pandemia, a DATAGRO vem avaliando a conjuntura global a partir dos disponibilizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que apontaram, até dia 08 de julho, 12.155.602 casos de coronavírus e 551.192 óbitos, em taxas de avanço de 2% e 1%, respectivamente.
A taxa de mortalidade manteve o movimento de queda de 4,57% para 4,53%.