Às 08 h 38 (horário de Brasília) desta quarta-feira (22), o milho na Bolsa de Chicago avançava 1,25 ponto e 0,39%, a US$ cents 324.00/bushel no contrato de setembro e ganhava 1,25 ponto e 0,38% no dezembro, a US$ cents 332.00/bushel.
No fechamento de terça-feira (21), o cereal registrou perdas de 5,50 pontos e 1,68% no contrato de setembro, a US$ cents 322.75/bushel. O dezembro perdeu 5,00 pontos e 1,49%, a US$ cents 330.75/bushel.
Os contratos futuros do milho, após forte desvalorização na véspera, voltam ao campo positivo em ajuste de posições e acompanhando a demanda aquecida na China. Além disso, segundo a imprensa internacional, o país que vem realizando compras representativas do cereal pretende vender arroz e trigo de reservas estatais a produtores que enfrentam altos preços do milho doméstico.
Ontem, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) informou a venda de 207,88 mil toneladas de milho para destinos desconhecidos com envios durante as temporadas 2019/20 e 2020/21. O mercado espera que até o fim da semana essa movimentação continue para sinalizar a continuidade do acordo comercial.
Para amanhã, os negociadores esperam o novo relatório do USDA de registros semanais de exportação. Hoje também é esperado o boletim do governo americano de estoques de petróleo e etanol pela Administração de Informações sobre Energia (EIA, sigla em inglês).