Às 12 h 49 (horário de Brasília) desta segunda-feira (02), o milho na Bolsa de Chicago registrava no contrato de maio alta de 6,25 pontos e 1,70%, a US$ cents 374.50/bushel. Enquanto o julho subia 5,50 pontos e 1,48%, a US$ cents 378.00/bushel.
O mercado do cereal avança forte, assim como a soja, acompanhando o otimismo com a possibilidade de estímulos financeiros pelas maiores economias do mundo depois da Covid-19. Neste cenário, há expectativas de que a China faça amplas compras dos Estados Unidos.
Operadores também estão atentos para as chuvas fortes em plena colheita em áreas do Brasil. Além disso, segue indefinição sobre aumento nas taxas de exportação da Argentina, apesar de o governo ter liberado registros sobre alguns produtos, exceto soja, trigo, milho, girassol, arroz, amendoim e seus derivados.
Por outro lado, os embarques semanais dos Estados Unidos atingiram 896 mil toneladas até o dia 27 de fevereiro, segundo dados do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês). Uma queda de 1,86% ante a semana anterior e abaixo da média semanal.