Por volta das 11 h 53 (horário de Brasília) desta quarta-feira (28), o milho no contrato de dezembro perdia 8,75 pontos e 2,10%, cotado a US$ cents 407,25/bushel na Bolsa de Chicago (CBOT). O março caía 7,75 pontos e 1,86%, US$ cents a 408,75/bushel.
Os futuros do milho operam no diurno no campo negativo com a pressão com os embarques semanais fracos dos Estados Unidos e à espera de sinais mais claros da demanda chinesa como parte do acordo comercial “fase 1” entre as potências.
Além disso, há pressão no dia com liquidação de ativos de risco com o aumento de casos de coronavírus nos Estados Unidos e Europa, além da falta de um pacote de estímulo no país em meio à pandemia e proximidade das eleições da presidência norte-americana.
Além disso, a colheita do cereal no país também registrou avanços significativos na última semana. O clima melhor no Brasil para o desenvolvimento da safra também está no radar e contribui para o cenário de perdas no dia.
Por outro lado, houve na sessão a divulgação de novas vendas de 2020/21 de 207 mil toneladas de milho para a Coreia do Sul, com origem opcional, além de 110 mil t de soja para o Egito e 120 mil t da oleaginosa para destinos não revelados.