Nesta quinta-feira (16), o petróleo WTI despencava 1,09%, a US$ 40.75/barril, às 08 h 57 (horário de Brasília) na Bolsa de Nova York.
No fechamento de quarta-feira (15), o contrato do WTI subiu 2,26%, a US$ 41.20/barril.
Os futuros do petróleo são fortemente pressionados nesta sessão repercutindo a decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (OPEP+) que decidiu relaxar os cortes seus cortes de 9,7 milhões de barris por dia (bpd) para 7,7 milhões de bpd a partir de agosto, seguindo as previsões do mercado.
A cautela também está atrelada ao aumento de casos de coronavírus nos EUA e em outros países, principalmente na Ásia e na América Latina que pode afetar a demanda global por petróleo.
Apesar disso, o príncipe saudita Abdulaziz Bin Salman demonstrou otimismo em relação às expectativas da OPEP+ com o crescimento no consumo por energia em diferentes modais, aviação e automóveis.
Por outro lado, os estoques de petróleo nos Estados Unidos recuaram 7,493 milhões de barris na semana encerrada no dia 10 de julho, segundo dados do Departamento de Energia (DoE, sigla em inglês). O resultado também ficou acima da queda de 1,3 milhão de barris prevista pelos traders.
O Instituto Americano de Petróleo (API, na sigla em inglês) apontou nesta semana uma queda de 8,322 milhões de barris no mesmo período.