Às 16 h 28 (horário de Brasília), desta quinta-feira (16), o petróleo WTI perdia 1,29% a US$ 40.67/barril na Bolsa de Nova York.
Os preços repercutem os temores do mercado com o relaxamento dos cortes da produção global da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (OPEP+) em meio às incertezas da demanda com o crescimento exponencial da contaminação do COVID-19 nos Estados Unidos, América Latina e Ásia. O estado-norte-americano da Califórnia fechou novamente suas atividades econômicas, o sistema de saúde próximo a colapso na Flórida, Arizona e Texas também seguem no radar.
Ontem (15), a OPEP+ decidiu relaxar os cortes na oferta global de 9,7 milhões de barris por dia (bpd) para 7,7 milhões de bpd a partir de agosto, conforme previsto pelo mercado.
Além disso, o Departamento do Comércio da China apontou hoje que as vendas no varejo do país melhorou no comparativo anual, indo de um recuo de 2,8% em maio para uma queda de 1,8% em junho, mas ainda abaixo da expectativa do mercado de um crescimento anual de 0,3% no último mês.
Por outro lado, os estoques de petróleo nos Estados Unidos recuaram 7,493 milhões de barris na semana encerrada no dia 10, segundo dados do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês). Bem acima da queda de 1,3 milhão de barris prevista pelos traders.