O segmento de nutrição vegetal, mais conhecido como o de fertilizantes especiais, tem hoje no País cerca de 459 empresas atuantes. É o que revela o “Anuário Brasileiro de Tecnologia em Nutrição Vegetal”, publicação lançada nesta semana pela Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo). Segundo o anuário, o setor, que tem uma expectativa de aumento de faturamento de 23% neste ano na comparação com 2016, quando registrou receita de R$ 5,8 bilhões, gera aproximadamente 17 mil empregos.
Segundo a Abisolo, o segmento possui uma das maiores taxas de investimentos em pesquisa e desenvolvimento, que somam cerca de R$ 314 milhões. Ou seja, 5% do valor total faturado retornam na forma de investimento em inovação. De acordo com a publicação, por categorias, os fertilizantes foliares representam 70,4% do faturamento total do setor; fertilizantes organominerais, 13,2%; condicionadores de solo, 9,4%; fertilizantes orgânicos, 4%; e substratos para plantas, 3%. No que diz respeito às culturas que mais utilizam nutrição vegetal, a soja aparece em primeiro lugar, seguida de milho, e de frutas, legumes e verduras (FLV).