A atualização dos preços mínimos para as fibras naturais – juta, sisal e malva -, sem reajuste com base nos custos de produção há cinco anos, foi discutida em reunião da Câmara Setorial de Fibras Naturais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (FAEA), Muni Lourenço Silva Junior, considera fundamental “a atualização dos custos de produção das fibras naturais como forma de melhorar o poder de barganha do agricultor junto à indústria”.
Muni, que também preside a Câmara Setorial e representa a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), levou a reivindicação ao Secretário-Adjunto de Política Agrícola e Meio Ambiente do Ministério da Fazenda, Ivandré Silva, que prometeu dar uma solução rápida para o assunto.