Às 08 h 19 (horário de Brasília) desta terça-feira (29), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de novembro recuava 3,75 pontos e 0,38%, a US$ cents 992.50/bushel. O janeiro perdia 3,50 pontos e 0,35%, a US$ cents 996.75/bushel.
No fechamento de segunda-feira (28), a oleaginosa perdeu 6,25 pontos e 0,62% no contrato de novembro, a US$ cents 996.25/bushel. O janeiro desvalorizou 6,00 pontos e 0,60%, a US$ cents 1000.25/bushel.
Os futuros da soja seguem em queda nesta sessão marcada pelo avanço da colheita dos EUA que saltou para 20% da área prevista até 27 de setembro, sobre os 6% da semana anterior, informa o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).
Esse avanço de 14 pontos percentuais em uma semana está atrelado ao clima mais seco no Meio-Oeste do país, que vem facilitando a os trabalhos da safra 2020/21.
Em complemento, o USDA também informou que as lavouras em condições boas/excelentes atingiram 64% até 24 de setembro, um avanço de 2 pontos percentuais ante a semana anterior. As áreas com condição regular atingiam 26% e ruim/muito ruim representavam 10%.
Vale destacar que na véspera o mundo bateu a marca de mais de 1 milhão de mortos por coronavírus e as preocupações com os recentes aumentos de casos seguem no mercado. Os investidores ainda esperam os novos sinais da demanda chinesa pelos produtos agrícolas dos Estados Unidos nesta semana.