No fechamento às 16 h 30 (horário de Brasília) desta terça-feira (03), a soja na Bolsa de Chicago (CBOT) registrou avanço de 2,50 pontos e 0,28% no contrato de maio, a US$ cents 902.50/bushel. O julho saltou 2,75 pontos e 0,30%, a US$ cents 913.50/bushel.
Os futuros da oleaginosa voltaram a subir, apesar de testarem baixa durante a sessão, com as sinalizações econômicas mais ativas para conter os reflexos do coronavírus na economia global, além da diminuição de casos na China, com chances de aquecimento na demanda e compras nos Estados Unidos.
Em medida emergencial, o Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) cortou durante esta terça-feira as taxas de juros do país em 0,50 ponto percentual para uma meta de 1,00% a 1,25%. A medida foi a sinalização mais expressiva entre os países até o momento.
Os ministros de economia do G7 (Japão, França, Reino Unido, EUA, Alemanha, Canadá e Itália) tiveram teleconferência no dia e prometeram usar todas as ferramentas para conter os impactos do novo vírus, incluindo medidas fiscais se necessário, mas sem dar detalhes concretos.
A possibilidade de aumento das taxas de exportação da Argentina, as chamadas “retenciones”, também estava no radar do mercado, mas sem definição até o fechamento na CBOT. O governo confirmou a proposta, mas ainda decide como colocá-la em prática.