Às 16 h 30 (horário de Brasília), no fechamento do pregão desta quarta-feira (04), a soja na Bolsa de Chicago teve alta de 3,75 pontos e 0,42% no contrato de maio, negociada a US$ cents 907.25/bushel. O julho teve ganhos de 1,75 ponto e 0,19%, a US$ cents 915.25/bushel.
Os futuros da oleaginosa seguiram em valorização pela terceira sessão consecutiva com o mercado otimista em relação aos estímulos econômicos feitos para conter os impactos do coronavírus.
O Federal Reserve (FED) cortou as taxas de juros nos EUA na véspera em 0,50 ponto percentual para uma meta de 1% a 1,25%. O Banco Mundial anunciou um programa de contingência de US$ 12 bilhões para apoiar os países no combate ao Covid-19.
No lado demanda, Sonny Perdue, secretário do Departamento Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), disse que acredita que a China compre soja norte-americana entre a primavera e verão no hemisfério Norte, confirmando o acordo “fase 1”.
O mercado também tem suporte da decisão de aumento das taxas de exportação de soja, as “retenciones”, na Argentina de 30% para 33% para produtores que exportam mais de 1.000 toneladas/anuais. A ideia é gerar mais receita ao país.