No fechamento às 15 h 30 (horário de Brasília), desta quinta-feira (10), o contrato de novembro registrou perdas 1,25 pontos e 0,13% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 977.50/bushel. O março caiu 1,75 ponto e 0,18%, a US$ cents 981.50/bushel. Os contratos mais longos oscilaram entre ganhos e perdas.
O dia foi marcado pelo sentimento de cautela do mercado à espera dos relatórios de registros semanais de exportação e de oferta e demanda que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) irá divulgar amanhã (11).
Também há atenção voltada para as condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras de grãos localizadas no Meio-Oeste dos EUA pelos próximos dias. Instabilidades de até 75 milímetros devem atingir os estados de Minnesota, Iowa, Missouri e Wisconsin.
Já em aspecto positivo aos preços, os traders seguem otimistas com a demanda da oleaginosa sinalizando recuperação econômica global e chinesa ainda em meio à pandemia. O USDA reportou hoje uma venda realizada para a China de 195 mil toneladas da soja dos EUA referente ao ano comercial de 2020/21.
Já em aspecto positivo aos preços, os traders seguem otimistas com a demanda da oleaginosa sinalizando recuperação econômica global e chinesa ainda em meio à pandemia. O USDA reportou hoje uma venda realizada para a China de 195 mil toneladas da soja dos EUA referente ao ano comercial de 2020/21.
Esse cenário favorável da demanda fez com que a oleaginosa subisse por mais de 10 sessões nos últimos dias.