No fechamento às 15 h 30 (horário de Brasília), desta terça-feira (29), o contrato de novembro recuou 3,25 pontos e 0,33% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 993.00/bushel. O janeiro caiu 3,25 pontos e 0,32%, a US$ cents 997.00/bushel.
A sessão foi pressionada pelo ritmo acelerado da colheita da oleaginosa 2020/21 dos Estados Unidos que atingiu 20% da área prevista até o dia 27 de setembro, 14 pontos percentuais acima dos 6% na semana anterior, segundo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês).
O mercado também acompanha a previsão de clima seco na maior parte do Meio-Oeste dos EUA pelos próximos dias, favorecendo ainda mais os trabalhados de campo.
Além disso, as lavouras em condições boas/excelentes atingiram 64% até 24 de setembro, um avanço de 2 pontos percentuais ante a semana anterior, conforme relatório do USDA.
Também não houve reporte de compras de produtos agrícolas norte-americanos acima de 100 mil toneladas pela China nesta sessão, o que gera dúvidas sobre a continuidade do acordo comercial Fase 1 assinado em 15 de janeiro entre os países.
Por outro lado, o USDA informou hoje que 100 mil toneladas da oleaginosa foram vendidas para o México no ano comercial 2020/21. Ontem (28), 218,30 mil toneladas da oleaginosa 2020/21 norte-americana foram vendidas para destinos não revelados.
O mercado espera para amanhã (30) o relatório de estoques trimestrais norte-americanos pelo USDA.