Às 11 h 30 (horário de Brasília) desta quarta-feira (18), a soja na Bolsa de Chicago caía 4,75 pontos e 0,51% no contrato de janeiro, negociada a US$ 924.00/bushel. No março, recuava 5,00 pontos e 0,53%, a US$ 935.75/bushel.
Os preços deste final de manhã foram pressionados pelo movimento de realização de lucros realizado pelo mercado depois que a soja permaneceu em alta durante cinco pregões.
Além disso, o clima continua favorável ao desenvolvimento das principais lavouras agrícolas na América do Sul e ganha uma atenção especial dos investidores.
Em contrapartida, a chamada “Fase 1” do acordo comercial entre os Estados Unidos e a China foi consentida pelos negociadores na última sexta-feira (13). A expectativa gira em torno da possibilidade de a demanda chinesa por soja crescer de forma considerável nos próximos meses.
O mercado ainda aguarda por novas informações de onde e quando os líderes dos países irão se encontrar para a cerimônia de oficialização do pacto.
Sobre as exportações argentinas, o ministro da Economia da Argentina, Martin Guzman, anunciou ontem (17) que as tarifações na soja passarão de 30% para 33%, enquanto trigo e milho terão aumento para 15%.