Às 13 h 10 (horário de Brasília), a soja avançava 11,50 pontos e 1,29% no contrato de janeiro, negociada a US$ 900.75/bushel. No março, subia 11,50 pontos e 1,27%, a US$ 900.75/bushel.
Os preços desta tarde refletem a chamada de clima ruim às lavouras, melhora na demanda chinesa e progressos na Guerra Comercial.
A previsão climática do Meio-Oeste dos Estados Unidos aponta que nevascas devem continuar prejudicando os trabalhos de colheita da região pelos próximos sete dias.
O Ministério do Comércio da China divulgou hoje que as importações de soja pelo país totalizaram 8.280 mil toneladas no mês de novembro. O resultado apresenta uma alta de 54% ante o mesmo período de 2018 (5.380 mil t).
Além disso, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês) reportou nesta manhã que 1.327 mil toneladas do grão foram embarcadas até a semana do dia 05 de dezembro, 16% abaixo das 1.576 mil t da semana anterior. Apesar da queda, o embarcado nessa última semana ficou 63% acima da média semanal de 816 mil t necessária para totalizar a safra 2019/20.
Em relação às negociações comerciais, o Ministro Assistente do Comércio chinês, Ren Hongbin, informou hoje que segue esperançoso por um acordo o mais breve possível com os Estados Unidos, mas não deu detalhes sobre a cerimônia de oficialização do acordo.