Às 13 h 11 (horário de Brasília), desta segunda-feira (14) o contrato de novembro da soja avançava 3,25 pontos e 0,33% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 999.25/bushel. O janeiro subia 3,75 pontos e 0,28%, a US$ cents 1003.00/bushel.
Os vencimentos ganham força no início da semana e atingem máximas de mais de dois anos motivados pelos sinais de melhora na demanda chinesa pela soja dos Estados Unidos. Apesar da atenção do mercado voltada para as tensões nas relações políticas e comerciais entre os países.
O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês) informou mais cedo que vendas de 129 mil toneladas para a China referente ao ano comercial de 2020/21.
Outra venda de 318 mil t foi para destinos não revelados, referente ao mesmo ano comercial, além de registros para o milho.
Além disso, os embarques da soja norte-americana atingiram 1,28 milhão de toneladas até a semana do dia 10 de setembro, 17% acima da média semanal de 1,10 milhão de t necessária para totalizar a safra atual. No comparativo semanal, houve uma queda de 8% sobre 1,40 milhão de t na semana anterior.
O mercado também se atenta à chamada de clima seco para a maior parte do Meio-Oeste dos EUA nos próximos dias, conforme informações do Centro de Previsão Meteorológica (WPC) da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês).
Apesar do alerta de chuvas isoladas em algumas áreas de até 10 milímetros.