Soja opera em alta leve nesta tarde na CBOT

Às 13 h 09 (horário de Brasília), desta segunda-feira (31), o contrato de setembro da soja operava com ganhos de 2,50 pontos e 0,26% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 953.00/bushel. O novembro subia 3,00 pontos e 0,32%, a US$ cents 953.50/bushel.

Os contratos são influenciados pela previsão climática do Centro de Previsão Meteorológica (WPC, sigla em inglês) da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, em inglês) para o Meio-Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, com baixos volumes de chuvas. A região Sul do cinturão produtor de grãos será marcada por instabilidades mais volumosas.

Além disso, o mercado segue otimista com a desaceleração do coronavírus pelo mundo e melhora na demanda da China pela oleaginosa norte-americana. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês) constatou que o país asiático comprou 604 mil toneladas da soja na semana passada, conforme os reportes diárias acima de 100 mil t, portando o volume pode ser maior.

A Consultoria DATAGRO também apontou que houve desaceleração de 1% para 0% no percentual de variação dos óbitos causados pelo CVID-19 no mundo entre os dias 29 e 30. Enquanto os casos seguem em 1% desde o dia 1º de agosto.

Já em aspecto negativo aos preços, os embarques da soja dos Estados Unidos totalizaram 805 mil toneladas até o dia 27 de agosto, uma queda de 34% sobre 1,22 milhão de t na semana anterior. Segundo o USDA, o resultado ficou 54% abaixo da média semanal de 1,78 milhão de t.

O mercado também espera para hoje o novo relatório de estágios e condições das lavouras dos EUA pelo USDA.