Às 07 h 45 (horário de Brasília) desta sexta-feira (04), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de novembro subia 0,75 ponto e 0,75%, a US$ 966.75/bushel. O março operava em estabilidade, a US$ 972.25/bushel. Os contratos mais distantes eram negociados entre alta e queda.
No fechamento de quinta-feira (03), a oleaginosa subiu 4,00 pontos e 0,42% no contrato de novembro, a US$ 966.00. O março avançou 4,00 pontos e 0,41%, a US$ 972.25/bushel.
Os futuros da soja tentam se firmar em campo positivo nesta sessão repercutindo as expectativas da demanda chinesa pelos produtos agrícolas dos EUA. Em complemento, as previsões de clima desfavorável para o desenvolvimento das lavouras do Meio-Oeste do país também contribuem.
Na véspera, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) apontou em seu boletim de registros de exportação da soja referente a safra 2020/21 que os registros totalizaram 1,76 milhão de toneladas até 27 de agosto.
O resultado ficou cerca de 6% menor que na semana anterior, mas 172% acima da média de 647 mil t para necessária para atingir as projeções.
Por outro lado, o mercado espera continuidade das compras após novas tensões entre China e EUA na véspera, além de financeiro mais negativo e pressão por movimentos de realização de lucros ante as altas recentes. O mercado testou máximas de mais de sete meses.