Às 08 h 27 (horário de Brasília) desta quarta-feira (09), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de novembro subia 0,25 ponto e 0,03%, a US$ 973.25/bushel. O março registrava estabilidade, a US$ 977.00/bushel. Os contratos mais longe oscilavam entre os campos positivo e negativo.
No fechamento de terça-feira (08), a oleaginosa subiu 5,00 pontos e 0,52% no contrato de novembro, a US$ 973.00/bushel. O março saltou 4,75 pontos e 0,49%, a US$ 978.25/bushel.
Os futuros da soja, após alta na véspera pela 12ª sessão seguida, buscam direcionamento nesta sessão com movimento baixista de realização de lucros e à espera de mais compras chinesas dos produtos agrícolas dos Estados Unidos nesta semana em meio tensões entre os países.
Ainda em aspecto negativo, a nova previsão climática instável para o Meio-Oeste dos EUA nos próximos dias também está no radar. Precipitações de até 125 mm são esperadas no período de cinco dias em Iowa, além de volumes menores em Minnesota, Wisconsin, Illinois e Indiana.
Por outro lado, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), atualizou seus dados com o volume da soja norte-americana embarcada na semana finalizada no dia 03 de setembro totalizando 1,29 milhão de toneladas, 60% acima das 809 mil t da semana anterior e 17% acima da média semanal de 1,10 milhão de t necessária para a safra 2020/21.
As lavouras de soja norte-americanas em condições boas/excelentes tiveram piora e atingiram 65% até o dia 06 de setembro, ante 66% na semana anterior. As áreas com condição regular ficaram em 25% e ruim/muito ruim representavam 10%, aponta o USDA.