Às 08 h 14 (horário de Brasília) desta segunda-feira (19), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de novembro avançava 3,25 pontos e 0,31%, a US$ cents 1053.25/bushel. O janeiro subia 3,75 pontos e 0,36%, a US$ cents 1054.00/bushel. Os vencimentos mais distantes operavam em queda leve.
No fechamento de sexta-feira (16), o contrato de novembro perdeu 12,25 pontos e 1,15%, a US$ cents 1050.00/bushel. O janeiro caiu 11,75 pontos e 1,11%, a US$ cents 1050.25/bushel.
Os futuros da soja operam em alta nos dois primeiros vencimentos neste início de semana recebendo suporte das expectativas dos investidores em relação à demanda chinesa pelos produtos agrícolas dos Estados Unidos, seguindo o acordo comercial “fase 1”.
Apesar disso, a colheita acelerada dos EUA, como apontado pelos últimos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) apurados pela DATAGRO, dão pressão aos futuros da oleaginosa nesta segunda-feira.
No radar dos investidores também está a decisão do Brasil de suspender as tarifas sobre as importações de milho e soja de países fora do Mercosul até o início de 2021 a fim de ajudar na redução dos preços dos alimentos que estão pressionando a inflamação, afirmou o Ministério da Economia.
Para hoje, os investidores esperam os novos relatórios de exportação e estágios e condições das lavouras norte-americanas do USDA.