Às 13 h 11 (horário de Brasília), desta quinta-feira (05) o contrato de setembro da soja operava com perdas de 1,00 ponto e 0,11% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 875.25/bushel. O novembro seguia em estabilidade, a US$ cents 878.75/bushel. Os contratos mais longos oscilavam entre ganhos e perdas.
O mercado acompanha a informação de que 1,40 milhão de toneladas da oleaginosa 2020/21 dos Estados Unidos foram vendidas na semana finalizada no dia 30 de julho, sendo 474 mil t para a China (abaixo das 1,98 milhão de t na semana passada), segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês). O resultado apresenta uma queda de 58% sobre as 3,34 milhões de t na semana anterior, mas ficou 80% acima da média semanal de 782 mil t necessárias para totalizar a safra.
Já na safra 2019/20, foram registradas 345 mil t de soja, 34% maior do que as 258 mil t na semana anterior e acima das estimativas totais para a temporada. Na soma das duas safras, os registros totalizaram 1,75 milhão na safra.
Além disso, o USDA reportou mais cedo a venda de 126 mil t da soja norte-americana para a China no ano comercial 20/2021, aliviando um certo temor sobre a demanda do gigante asiático no cumprimento do acordo comercial.
Mesmo assim, a previsão climática favorável para as culturas localizadas no Meio-Oeste dos EUA ainda limita os ganhos desta tarde. O Centro de Previsão Meteorológica (WPC, sigla em inglês) da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, em inglês) informou que os volumes mais expressivos de chuva nos próximos sete dias serão registrados nos estados de Minnesota, Missouri, Illinois Wisconsin e Michigan.