Às 11 h 42 (horário de Brasília) desta terça-feira (07), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de agosto registrava estabilidade a US$ cents 898.50/bushel. O setembro perdia 1,00 ponto e 0,11%, a US$ cents 898.75/bushel. Os contratos de vencimento mais longo variavam entre os campos positivos e negativos.
Os futuros da oleaginosa registram volatilidade após perdas no pregão noturno, com investidores avaliando a situação climática adversa no Meio-Oeste dos Estados Unidos em momento de desenvolvimento da safra 2020/21.
Apesar disso, as lavouras estadunidenses em condições boas/excelentes representavam 71% até o dia 05, mesmo percentual do levantamento anterior, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês). As áreas regulares atingiam 24% e ruim/muito ruim 5%.
Também dá suporte aos futuros da oleaginosa nesta terça-feira a venda reportada pelo USDA ontem (06) para a China de 264 mil toneladas na safra 2019/20. Além disso, os chineses parecem estar acelerando as compras como parte do acordo comercial “fase 1” firmado em janeiro, já que os volumes ainda estão distantes do que estava prometido no pacto.
Como limitador da alta, os embarques norte-americanos da oleaginosa totalizaram 522 mil toneladas na semana finalizada no dia 02 de julho, com queda de 45% sobre a média semanal de 946 mil t necessária para totalizar as estimativa da safra, apesar de alta de 56% sobre as 334 mil t da semana anterior.