Às 11 h 45 (horário de Brasília) desta sexta-feira (21), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de setembro caía 2,50 pontos e 0,28%, a US$ 900.25/bushel. O novembro perdia 1,50 ponto e 0,17%, a US$ 903.75/bushel. Alguns contratos de vencimento mais distante registravam alta.
Os futuros da soja dão continuidade ao campo misto nesta sessão diurna com atenção para a previsão de chuvas mais consistentes nos próximos dias para o cinturão norte-americano, após semana mais seca. Por outro lado, há suporte com novas vendas reportadas pelo USDA e registros semanais.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês) trouxe há pouco venda de 400 mil toneladas de soja para a China no ano comercial 2020/21 e 405 mil t de milho no mesmo período. Mais 368 mil t foram reportadas para destinos não revelados em 2020/21.
Ainda assim, parte do mercado espera que o país acelere as aquisições. Ainda não há uma nova data para rodada de conversas entre China e EUA, apesar de sinalização de uma possível reunião em futuro próximo”, segundo o porta-voz chinês, Gao Feng.
Ainda como fator de suporte, ontem (20), o registro de exportação da oleaginosa dos EUA totalizou 2,57 milhões de toneladas até 13 de agosto, 258% acima da média semanal de 717 mil t necessária para totalizar a safra 2020/21. Cerca de 36% da projeção total já foi atingida.
Porém, na temporada 2019/20, houve cancelamento de 13 mil t da oleaginosa no período, sobre as 570 mil t na semana anterior. Mas a projeção total de 44,906 milhões de t já está cumprida.