Às 07 h 25 (horário de Brasília) desta segunda-feira (29), a soja na Bolsa de Chicago caía 1,75 ponto e 0,20% no contrato de julho, a US$ 863.25/bushel. O agosto perdia 0,75 ponto e 0,09%, a US$ 859.25/bushel. Os contratos mais longos tinham leve valorização.
No fechamento da última sexta-feira (26), a oleaginosa caiu 4,25 pontos e 0,49% no contrato de julho, a 865.00/bushel. O agosto recuou 6,50 pontos e 0,75%, a US$ cents 860.00/bushel.
A oleaginosa mantém o movimento de queda nesta manhã nos primeiros contratos na CBOT com investidores iniciando a semana à espera de novas compras de chinesas. Além disso, o clima favorável nas lavouras norte-americanas continua sendo um fator baixa para os futuros.
O mercado também seguirá atento ao financeiro neste início de semana. Além disso, relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) são aguardados. Hoje, serão divulgados os embarques semanais dos EUA e estágios e condições das lavouras.
Amanhã (30), sairá o boletim de área da safra 2020/21 e estoques trimestres. A expectativa do mercado para o estoque (até 1º de junho) da soja é de 37,90 milhões de toneladas ante relatório de março de 2020 até 1 de junho de 2019 em 48,52 milhões de t.
A área da oleaginosa na safra 2020/21 é esperada em 34,30 milhões de hectares ante intenção de plantio em março de 33,80 milhões de ha nos Estados Unidos.