Soja opera em campo misto no pregão noturno da CBOT

Às 08 h 31 (horário de Brasília) desta quarta-feira (12), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de setembro subia 0,25 ponto e 0,03%, a US$ 870.75/bushel. O novembro registrava queda de 0,25 ponto e 0,03%, a US$ 873.25/bushel. Os contratos mais distantes oscilavam entre o positivo e negativo.

No fechamento de terça-feira (11), a oleaginosa subiu 0,50 ponto e 0,06% no contrato de setembro, a 870.50/bushel. O novembro avançou 0,25 ponto e 0,03%, a US$ cents 873.50/bushel.

A oleaginosa é negociada em campo misto nesta sessão com investidores otimistas em relação à demanda chinesa pelos produtos agrícolas dos EUA. Porém, ainda são esperadas mais sinalizações para o cumprimento do acordo comercial e a melhora na condição das lavouras norte-americanas e clima limita os ganhos.

A notícia de que a Rússia teria aprovado a primeira vacina eficaz contra o coronavírus continua repercutindo no mercado, mas a comunidade científica questiona o desenvolvimento e a falta de informações sobre os testes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) discute uma possível pré-qualificação da imunização.

O USDA divulgado na segunda-feira (10) demonstrou melhora de 1 ponto percentual nas condições boas/excelentes das lavouras norte-americanas da oleaginosa, que atingiram 74% até o dia 09 de agosto, acima dos 73% na semana anterior. As chuvas seguem nos próximos dias no cinturão produtivo dos EUA.

O mercado aguarda para a tarde desta quarta-feira o novo relatório do USDA de oferta e demanda com perspectiva de aumento na produção e nos estoques da safra nova de soja dos EUA e mundo. Para amanhã (13), os traders esperam o novo relatório de registros semanais do USDA.