Às 08 h 18 (horário de Brasília) desta sexta-feira (26), a soja na Bolsa de Chicago subia 0,25 ponto e 0,03% nos contratos de julho e agosto, a US$ 869.50/bushel e US$ 866.75/bushel, respectivamente. Os contratos de vencimento mais longo variavam nos campos positivos, negativos e neutros.
No fechamento de quinta-feira (25), a oleaginosa caiu 1,50 ponto e 0,17% no contrato de julho, a 869.25/bushel. O agosto recuou 1,00 ponto e 0,12%, a US$ cents 866.50/bushel.
Os futuros da soja seguem nesta sessão em movimento misto repercutindo a descontinuidade das compras chinesas robustas dos produtos agrícolas norte-americanos nesta semana, além de pressão com o ritmo acelerado do plantio e o clima favorável dos Estados Unidos.
O avanço de novas contaminações nos EUA e no mundo, com temores de uma segunda onda do coronavírus, mantém o mercado preocupado. Vale lembrar que a Casa Branca já havia anunciado que apesar dos novos casos, um novo lockdown não está nos planos. A China continua casos na capital Pequim.
Em âmbito positivo, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) informou ontem (25) que o registro semanal de exportação da soja da safra 2019/20 dos Estados Unidos totalizou 602 mil toneladas até 18 de junho. Uma alta de 11,90% sobre as 538 mil t na semana anterior e das 10 mil t necessárias para totalizar a temporada.
Da safra 2020/21, foram registradas mais 561 mil t da oleaginosa ante 1,38 milhão de t na semana anterior, com queda de 59,35%. A média semanal é de 4,97 milhões de t.